Pré-candidato à Presidência da República pelo PL falou também sobre 2ª vaga ao Senado e vice na chapa presidencial
O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou, durante a abertura da 86ª Expogrande na noite desta quinta-feira (9), que uma das vagas do partido na disputa para o Senado em Mato Grosso do Sul é do ex-governador Reinaldo Azambuja, que é o atual presidente estadual da legenda.
“Nós fizemos várias articulações, o PL já manifestou publicamente o apoio à reeleição do nosso pré-candidato ao governo, [Eduardo] Riedel. Uma das vagas do PL de pré-candidato ao Senado é do Reinaldo Azambuja e a outra vaga, como o próprio presidente colocou lá atrás, nós vamos fazer uma pesquisa mais pra frente e quem tiver melhor colocado nós vamos decidir pelo apoio à pré-candidatura ao Senado na segunda vaga.”
Questionado sobre a carta do pai, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro, divulgada no fim de fevereiro, que apontava o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) como o seu candidato ao Senado Federal por Mato Grosso do Sul, Flávio Bolsonaro respondeu:
“A carta que ele escreveu ele não sabia desse nosso acordo anterior, mas todos os pré-candidatos já estavam cientes desse acordo, de que mais pra frente seria feita uma pesquisa. Se tiver que ser o Pollon vai ser o Pollon, se tiver que ser o Contar vai ser o Contar, a palavra final é do presidente Bolsonaro.”
Além de Azambuja e Pollon, o PL em MS tem como pré-candidatos ao Senado o ex-deputado estadual Capitão Contar e a vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira, que é esposa do deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS).
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Vice de Flávio Bolsonaro
O pré-candidato à Presidência da República pelo PL destacou que gostaria que a vaga de vice na chapa fosse ocupada por uma mulher, mas disse que a definição ocorrerá mais pra frente. Uma das cotadas nos bastidores é a senadora Tereza Cristina (PP-MS).
“Tereza é o sonho de consumo de todo mundo, eu sou fã dela. A questão de vice vai ser só muito mais lá pra frente. Eu até brinquei com ela, eu chamo ela de vozinha, porque ela é muito parecida com a minha vó, é aparentemente uma forma carinhosa de chamar alguém que eu respeito demais. Pra mim é uma das maiores referências no mundo do agro que o Brasil tem. Nós tivemos o privilégio de ter ela como ministra do governo Bolsonaro. Mais pra frente vamos pensar com calma, não tem agora como antecipar nada. Eu fico muito feliz de a gente ter ela entre as possibilidades”.


