Naufrágio de barco em represa no interior de Mato Grosso, na madrugada dessa sexta-feira (26), deixou quatro mortos
Os corpos dos dois últimos pescadores que estavam desaparecidos, depois do naufrágio de uma embarcação no Rio Jauru, em Jauru (MT), foram encontrados na manhã deste sábado (27). A confirmação foi feita pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, que atuou nas buscas desde as primeiras horas após o acidente.
As vítimas do naufrágio foram identificadas por Carlos Sérgio Ferreira da Silva, de 50 anos e Carlos Roberto Barbosa da Silva, 52 anos. O corpo de Divino José Damasceno, 44 anos, havia sido encontrado na sexta pela manhã e de João Batista da Silva, de 56 anos, pela tarde.
A tragédia aconteceu na madrugada de sexta-feira (26), na represa de uma usina hidrelétrica localizada no Distrito de Lucialva. Seis pessoas estavam na embarcação que naufragou depois de começar a encher de água. Apenas duas conseguiram se salvar. As outras quatro ficaram desaparecidas.
Na manhã de sexta-feira, o corpo de Divino José Damaceno, de 44 anos, foi localizado por amigos e populares que iniciaram as buscas por conta própria. Mais tarde, no mesmo dia, equipes do Corpo de Bombeiros utilizaram sonar para identificar a embarcação submersa e localizaram João Batista da Silva, de 56 anos, nas proximidades.
As buscas seguiram durante a manhã deste sábado, quando os mergulhadores, com o apoio de embarcações e do equipamento sonar, conseguiram localizar os dois últimos corpos, encerrando as operações de resgate com a recuperação total das quatro vítimas.
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros, Cristhian Lorhan Ferreira Borges, o acionamento ocorreu às 5h40 da sexta-feira, após a Polícia Militar informar sobre o desaparecimento dos pescadores.
“A polícia nos informou sobre a ocorrência envolvendo quatro pessoas e nossa equipe de mergulhadores foi mobilizada. Em seguida, recebemos a informação de que uma das vítimas havia sido localizada por populares. Seguimos com as buscas até localizar todos os desaparecidos”, explicou o capitão.
As operações enfrentaram dificuldades por conta da profundidade da represa, que varia entre 15 e 20 metros, e por ser uma área de difícil visibilidade subaquática.
A Polícia Civil está investigando as circunstâncias do acidente.
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