Close Menu
Radio Notícias Top DezRadio Notícias Top Dez
    O que há de novo

    Governo amplia vagas de concurso para professores da rede estadual

    13 de março de 2026

    De professor a farmacêutico: prefeitura abre seleção com salários de até R$ 4,5 mil

    13 de março de 2026

    Servidora é exonerada em investigação sobre cartões do Mais Social em MS

    13 de março de 2026
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Ultimas Noticias
    • Governo amplia vagas de concurso para professores da rede estadual
    • De professor a farmacêutico: prefeitura abre seleção com salários de até R$ 4,5 mil
    • Servidora é exonerada em investigação sobre cartões do Mais Social em MS
    • Bolsonaro passa mal na prisão e é levado a hospital em Brasília
    • Golpes eletrônicos fazem novas vítimas e prejuízos passam de R$ 44 mil em Campo Grande
    • Mulher morre após agressões e atropelamento em MT; suspeito é preso
    • Corpo de Bombeiros abre vagas para especialização em Gestão de Incêndios Florestais
    • Moradores de Sinop e Tangará da Serra ganham R$ 100 mil no sorteio do Nota MT
    o Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Radio Notícias Top DezRadio Notícias Top Dez
    ALVARA-PEIXOTO-728X90
    serviço grátis de upload de imagens
    • Home
    • Brasil

      Entenda como nova lei põe fim a atenuantes para estupro de vulnerável

      13 de março de 2026

      Turnê pelo Brasil comemora 80 anos de Alceu Valença

      13 de março de 2026

      Coletivo de mulheres quilombolas lança documentário e pede proteção

      13 de março de 2026

      TV Brasil: documentários mostram luta feminina e violência doméstica

      13 de março de 2026

      Em clima de final de Copa, Brasil se prepara para noite do Oscar

      13 de março de 2026
    • Região

      Corpo de Bombeiros abre vagas para especialização em Gestão de Incêndios Florestais

      13 de março de 2026

      Moradores de Sinop e Tangará da Serra ganham R$ 100 mil no sorteio do Nota MT

      13 de março de 2026

      Governador articula com ministro do Turismo voos internacionais para MT

      13 de março de 2026

      Homem morre após dar entrada em UPA com dor de garganta; família alega erro médico

      13 de março de 2026

      Lições da Austrália para o futuro do agro

      13 de março de 2026
    • Peixoto de Azevedo

      Atoleiros e vias fechadas: governo federal reconhece emergência em Peixoto de Azevedo

      13 de março de 2026

      Quina 6967: 3 apostas de MT acertam quatro números e faturam prêmio; veja cidades

      6 de março de 2026

      Dois policiais são investigados por abusar de adolescente após abordá-la na saída da escola

      4 de março de 2026

      Vídeo: jovem é morto a tiros em lanchonete de Peixoto de Azevedo

      28 de fevereiro de 2026

      Lotofácil 3606: sete apostas de MT acertam 14 números e garantem mais de R$ 1 mil cada

      28 de fevereiro de 2026
    • Noticias

      Governo amplia vagas de concurso para professores da rede estadual

      13 de março de 2026

      De professor a farmacêutico: prefeitura abre seleção com salários de até R$ 4,5 mil

      13 de março de 2026

      Servidora é exonerada em investigação sobre cartões do Mais Social em MS

      13 de março de 2026

      Bolsonaro passa mal na prisão e é levado a hospital em Brasília

      13 de março de 2026

      Golpes eletrônicos fazem novas vítimas e prejuízos passam de R$ 44 mil em Campo Grande

      13 de março de 2026
    Radio Notícias Top DezRadio Notícias Top Dez
    Lar»Brasil»Favelas e ONGS sobre mortes no Rio: segurança não se faz com sangue
    Brasil

    Favelas e ONGS sobre mortes no Rio: segurança não se faz com sangue

    Rafael Cardoso - Reporter da Agencia BrasilDe Rafael Cardoso - Reporter da Agencia Brasil29 de outubro de 2025Nenhum comentário5 minutos lidos
    favelas-e-ongs-sobre-mortes-no-rio:-seguranca-nao-se-faz-com-sangue
    Favelas e ONGS sobre mortes no Rio: segurança não se faz com sangue
    Participação
    o Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail
    ALVARA-PEIXOTO-728X90
    serviço grátis de upload de imagens

    Barricadas e fogo nas ruas. Vias bloqueadas. Impactos nos transportes, escolas, universidades e unidades de saúde. O Rio de Janeiro vive uma terça-feira (28) violenta desde o início da Operação Contenção que mobiliza 2,5 mil policiais civis e militares nos complexos do Alemão e da Penha. Segundo o governo do estado, o objetivo é realizar prisões e conter o avanço da facção criminosa Comando Vermelho.

    >> MPF e DPU cobram explicações ao governo do Rio sobre operação

    >> Castro pede mais apoio federal no combate a organizações criminosas

    >> Lewandowski diz que não recebeu pedido de apoio à operação no Rio

    Movimentos de favelas reforçam, porém, que é preciso dimensionar os efeitos desiguais que as ações policiais provocam nos territórios periféricos. Para o diretor da Iniciativa Direto à Memória e Justiça Racial e militante do movimento de favelas, Fransérgio Goulart, o que se vê é uma guerra dentro de territórios negros e pobres.

    “Chama a atenção os corpos negros algemados. Os corpos jogados pelo chão da favela, fora os desaparecidos no entorno da mata. A polícia não age da mesma forma na Zona Sul. Agora mesmo, passei de ônibus pela região, e a praia estava cheia. Nos territórios pretos, a polícia age historicamente de outra forma”, diz Fransérgio.

    No início da noite, o registro era de 64 pessoas mortas em decorrência da operação policial, entre civis e militares –  oque faz com que a operação seja a mais letal já realizada no estado. O número, no entanto, pode ser bem maior.

    “O que eu mais estranho é a própria grande mídia entrar nesse discurso de dar muito peso ao fato de os mortos serem bandidos ou não, nessa dualidade simplista. A gente teve, pelo menos, 64 pessoas mortas por causa de uma operação policial. Isso no mundo inteiro iria causar um impacto, uma comoção, uma sensibilização. E o governador está passando ileso. A política de segurança pública dele executou 64 pessoas”, complementa.

    Fransérgio também critica o alto montante do orçamento público destinado às ações de confronto da polícia.

    “O orçamento público previsto para as polícias no estado do Rio de Janeiro em 2026 é de R$ 19 bilhões. E esses recursos servem a uma política de produção de morte. Não para pensar uma polícia de inteligência, de menos confrontos. Qual o custo dessa operação policial para os cofres públicos, diretos e indiretos? Quais os custos de uma cidade parada, do caos que foi gerado?”, questiona.

    Passageiros tentam embarcar para voltar para casa em dia de caos nos transportes. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Morte como política pública

    Uma nota conjunta de 27 organizações da sociedade civil critica a operação que é considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro. Antes dela, a operação de 2021 no Jacarezinho deixou 27 civis mortos.

    Segundo as organizações, “segurança pública não se faz com sangue” e os resultados da operação desta terça-feira expõem “o fracasso e a violência estrutural da política de segurança no estado”.

    O texto diz ainda que, ao longo dos quase 40 anos de vigência da Constituição Federal, as favelas fluminenses têm visto a consolidação de uma política de segurança baseada no uso da força e da morte, travestida de “guerra” ou “resistência à criminalidade”. As ações seriam atuação seletiva, dirigida contra populações negras e empobrecidas.

    Além de não haver sinais de que as ações reduzam o poder das facções criminosas, geram insegurança e medo na população e interrompem o cotidianos de milhares de famílias. A morte não pode ser tratada como política pública, dizem as entidades.

    “O que se testemunha hoje é o colapso de qualquer compromisso com a legalidade e os direitos humanos: o Estado substitui a segurança pública baseada em direitos por ações militares de grande escala. Sob o pretexto da ‘guerra às drogas’, instala-se um estado de insegurança permanente, voltado contra a população negra e pobre das favelas. Não há justificativa para que uma política estatal, supostamente voltada à proteção da sociedade, continue a ser conduzida a partir do derramamento de sangue”, diz trecho do comunicado.

    Assinam o texto, as entidades Anistia Internacional Brasil, Justiça Global, Centro de Estudos de Segurança e Cidadania — CESeC, Conectas Direitos Humanos, Centro pela Justiça e o Direito Internacional — CEJIL, Instituto Papo Reto do Complexo do Alemão, Redes da Maré, Instituto de Estudos da Religião — ISER, Observatório de Favelas, Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular (NAJUP), Movimento Unidos dos Camelôs, Grupo Tortura Nunca Mais — RJ, Fórum Popular de Segurança Pública do Rio de Janeiro, CIDADES – Núcleo de Pesquisa Urbana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Defensores de Direitos Humanos — DDH, Iniciativa Direito Memória e Justiça Racial, Frente Estadual pelo Desencarceramento — RJ, Instituto Terra Trabalho e Cidadania — ITTC, Associação de Amigos/as e Familiares de Pessoas Presas e Internos/as da Fundação Casa — Amparar, Gabinete Assessoria Jurídica Organizações Populares — GAJOP, Instituto Sou da Paz, Rede Justiça Criminal, Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional — FASE RJ, Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares — RENAP RJ, Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, Casa Fluminense e Plataforma Justa.

    O governador do Rio de Janeiro defendeu a operação afirmando que se for necessário vai exceder os limites e as competências do governo estadual para manter “a nossa missão de servir e proteger nosso povo”. Ao justificar a operação, o governador cobrou mais apoio federal no enfrentamento às organizações criminosas que atuam no estado e em outras partes do território brasileiro. Segundo Castro, o estado está atuando “sozinho nesta guerra”.

    Participação. o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Whatsapp Reddit Tumblr E-mail
    Rafael Cardoso - Reporter da Agencia Brasil

    Noticias Relacionadas

    Entenda como nova lei põe fim a atenuantes para estupro de vulnerável

    13 de março de 2026

    Turnê pelo Brasil comemora 80 anos de Alceu Valença

    13 de março de 2026

    Coletivo de mulheres quilombolas lança documentário e pede proteção

    13 de março de 2026
    Deixe uma resposta Cancelar resposta

    Videos mais vistos
    Encontre Nos
    • Facebook
    • Instagram
    • YouTube
    • WhatsApp
    As mais visitadas
    Noticias

    Governo amplia vagas de concurso para professores da rede estadual

    De Geisy Garnes13 de março de 20260

    As novas vagas são referentes ao certame realizado em 2022 O governo de Mato Grosso…

    De professor a farmacêutico: prefeitura abre seleção com salários de até R$ 4,5 mil

    13 de março de 2026

    Servidora é exonerada em investigação sobre cartões do Mais Social em MS

    13 de março de 2026

    Bolsonaro passa mal na prisão e é levado a hospital em Brasília

    13 de março de 2026
    ALÔ CELL
    #image_title
    Quem Somos
    Quem Somos

    Somos um dos maiores portais de noticias de toda nossa região, estamos focados em levar as melhores noticias até você, para que fique sempre atualizado com os acontecimentos do momento.

    Em caso de duvidas fale conosco.

    Email : jornaltopdez@gmail.com
    WhatsApp: (66)9 9902-6192

    Anuncie em Nosso Portal

    WhatsApp :(66)-999902-6192

    Redação :(66)-999902-6192

    Email: jornaltopdez@gmail.com

     

    Home » Brasil » Favelas e ONGS sobre mortes no Rio: segurança não se faz com sangue
    o Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    • Home
    • Quem Somos
    Jornal Top Dez © 2026 Todos direitos reservados - Attack Web Sites

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.