Empresário alerta para necessidade de novas profissões no campo com a automatização e conectividade de máquinas agrícolas no futuro próximo.
Luiz Piccinin, presidente da Áster/John Deere, vê, em 10 anos, máquinas agrícolas autônomas, conectadas entre si, com apenas um operador entre elas no campo.
Ele afirma, no entanto, não achar que a mão de obra será substituída pelas máquinas, porém alerta que é preciso estudar e desenvolver novas profissões porque a tecnologia no campo vai precisar de pessoas mais capacitadas para análise de dados, conectividade no campo para tomar a melhor decisão agronômica na fazenda.
“Meu pai dizia, se você não estudar, você vai ficar na roça. Hoje, falamos, se você não estudar, você não vai ficar na roça porque a exigência é tão grande de conhecimento em relação à tecnologia que, se a pessoa não se capacitar, não vai acompanhar essa evolução.”
Qualidade de vida no campo
Para ele, a tecnologia é uma oportunidade de melhoria da qualidade de vida de quem está na atividade rural.
“Com isso, os profissionais do campo vão ter mais chance de se capacitar, ter salários melhores e dar mais conforto à família dele”, afirmou.
Este é um corte do episódio desta semana do podcast Agro de Primeira MT sobre tecnologia aplicada no agronegócio, conectividade e o impacto da agricultura digital na vida do produtor rural e o no futuro do agronegócio.
Confira a íntegra deste bate-papo aqui.


