Foto: Reuters/Craig Brough
Cuiabá desponta como a favorita a receber a disputa entre seleções femininas da Fifa Series em abril de 2026 .o Brasil Pesariam a favor da cidade na escolha não ter clube na disputa do Brasileiro masculino na Série A durante o período, reduzindo conflitos de calendário, além da Arena Pantanal ter a estrutura adequada por ter sido o estádio da Copa do Mundo de 2014.
Internamente, a escolha também é vista como uma oportunidade de levar um evento global a uma capital que não foi selecionada para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. A confirmação depende de alinhamentos internos, já que a Federação local vive um período de instabilidade, com eleições em andamento e intervenção há seis meses. A decisão oficial deve ser anunciada nas próximas semanas. O local a ser escolhido também passará por vistoria da Fifa.
A Fifa anunciou na última sexta-feira que expandiu o Fifa Series para 2026. O piloto do projeto ocorreu em 2024 com seleções masculinas e tem como objetivo promover amistosos para associações nacionais de futebol que têm menos recursos e enfrentam dificuldades para marcar jogos amistosos.
Promovido pela Fifa, o torneio não tem troféu nem premiação em dinheiro – é considerado amistoso para a evolução do futebol nos países. No entanto, a Fifa cobre os custos de viagem, hospedagem destas equipes e cobre também o custo da organização dos jogos. Costa do Marfim e Tailândia também terão amistosos em seus países no feminino.
GERAL
Ações de improbidade podem inviabilizar candidatura à presidência da FMF
Publicados
16 minutos atrás
em
25 de novembro de 2025
A possível tramitação de novas ações de improbidade administrativa contra o empresário João Dorileo Leal tem colocado sua candidatura à presidência da FMF sob forte pressão. Vários clubes já manifestam desconforto com a situação, que, se confirmada, pode gerar graves problemas de governança na entidade.
Dorileo supostamente já responde a processos de improbidade administrativa movidos pelo Ministério Público de Mato Grosso. Caso a nova ação exista, ela se juntará aos outros processos já em curso, aumentando o passivo judicial do candidato.
Embora a eleição da FMF não seja um pleito público convencional, o setor esportivo segue critérios rigorosos de idoneidade. O artigo 65 da Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023) é claro: quem estiver impedido de disputar cargos públicos por decisão judicial transitada em julgado também fica proibido de ocupar cargos diretivos em entidades desportivas, independentemente da natureza jurídica da instituição.
Nesse cenário, a continuidade das ações judiciais contra o candidato traz implicações diretas para a federação. Uma eventual condenação definitiva poderá resultar no afastamento imediato do dirigente, caso ele seja eleito, ou até mesmo impedir sua posse, gerando insegurança jurídica e instabilidade política na FMF.
As federações precisam cumprir padrões de governança, integridade e transparência para manter o reconhecimento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o acesso a recursos públicos ou programas federais destinados ao esporte.
Outro ponto é o impacto nos clubes e ligas filiados. A instabilidade na liderança da FMF prejudica negociações, repasses financeiros, organização de campeonatos e a interlocução com órgãos públicos e privados. Uma disputa judicial paralela envolvendo o presidente, compromete processos internos e gera insegurança para dirigentes, técnicos e atletas.
Assim, o avanço das possíveis ações de improbidade torna a candidatura do empresário um projeto de alto risco, pois se houver condenação definitiva nas ações em andamento, ele será declarado inelegível e ficará impedido de assumir ou permanecer no comando da FMF.

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