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    Jovens identificam que racismo é marcador das desigualdades no DF

    Luiz Claudio Ferreira - Reporter da Agencia BrasilDe Luiz Claudio Ferreira - Reporter da Agencia Brasil20 de novembro de 2025Nenhum comentário4 minutos lidos
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    “Desastre natural, racismo ambiental/ Sem orçamento pra comunidade tradicional/ Emergência climática de um racismo estrutural”.

    Os versos de rap de jovens que se identificaram como Pajé, Camila MC e Nerd do Gueto, de regiões periféricas do Distrito Federal (DF), fazem parte dos resultados de uma pesquisa intitulada Mapa das Desigualdades, que será divulgada no dia 10 de dezembro, data comemorativa dos Direitos Humanos.

    A pesquisa composta por cruzamento de dados, gráficos, poesias e músicas é realizada por 30 jovens ativistas moradores de regiões vulneráveis da capital federal sob coordenação do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). Eles identificaram que o racismo é um marcador das desigualdades em Brasília.

    Os realizadores buscam visibilizar os contrastes em detalhes a respeito dos acessos a políticas públicas. Para identificar essas desigualdades, um ponto de partida é a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios. Ao observar os dados, foi possível perceber que as desigualdades são atravessadas por discriminação racial.

    Um exemplo está nas regiões vizinhas ao Lago Sul (bairro nobre de Brasília, de maioria branca) e Itapoã (comunidade pobre da capital que tem grande parte da população negra). Em termos de acesso, a população do Itapoã não tem serviços públicos básicos como creches e hospitais. O transporte é precário e há muitas localidades sem saneamento básico.

    Jovens são impactados

    O educador social Markão Aborígine, de 40 anos, do Inesc, que trabalha com os jovens na pesquisa, disse que o Mapa das Desigualdades tem o propósito de reunir jovens em torno desse tema, já que a infância, a adolescência e a juventude seriam os mais impactados pela desigualdade. “Praticamente 100% do Mapa foi construído por esses jovens desde fevereiro”, destacou.

    “Esses jovens vivem, por exemplo, a falta de acesso a serviços públicos e de arborização nos territórios. Isso eles traduziram em música. São mais do que dados”.

    Markão cita que no Plano Piloto de Brasília, por exemplo, 98% das pessoas têm acesso a praças e bosques. Enquanto que no Itapoã, apenas 34% das pessoas têm proximidade a esses espaços.

    O educador diz que os jovens perceberam que as regiões mais negras do DF são vazias de políticas públicas. “Quando a gente olha para as regiões periféricas, a maioria da população é preta. A questão racial impacta todos os tópicos tratados na pesquisa”. Entre os temas, acessos à saúde, à educação, ao saneamento, à infraestrutura e à mobilidade humana, por exemplo.

    O próprio educador social relata que a família, originária do município de Baraúna, na Paraíba, buscou a capital federal em busca de melhores condições de vida. “Quando chegamos à região administrativa de Samambaia não tínhamos energia elétrica nem água. Minha mãe caminhava alguns quilômetros para conseguir água no chafariz mais próximo”, recorda.

    Transporte lotado

    A falta de uma frota eficiente de transporte público, para um dos pesquisadores, o designer Victor Queiroz, de 27 anos, é uma das principais evidência de sofrimento. Morador do Paranoá, ele, que se identifica como negro, relata que costuma andar cerca de 30 minutos até o ponto de ônibus e esperar pelo menos outros 40 minutos pelo transporte. “É o mesmo ônibus que sai do Itapoã e vai para o Paranoá. Está sempre lotado”, lamenta.

    Victor fez a diagramação e imagens do mapa que será divulgado no mês que vem. Para ele, a falta de acesso eficiente a esses serviços, com uma realidade de ônibus sempre lotados, desestimula os jovens e representa negação à dignidade.

    “Brasília hoje é a terceira maior cidade do Brasil em termos de população. E até hoje a gente não tem um sistema de transporte público eficiente”, afirmou.

    Regiões periféricas são prioridades, alega governo

    Consultado pela reportagem da Agência Brasil, o governo do Distrito Federal reconhece haver um histórico de desigualdades. No entanto, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social, a atual gestão tem ampliado os investimentos na área social.

    O governo apresenta que há um plano distrital com estratégias relacionadas a buscar diminuir as desigualdades raciais com vistas à promoção da cidadania. “Todas as ações são acompanhadas pelo Conselho de Assistência Social do DF, assegurando controle social e participação cidadã na formulação e execução da política”, assegurou.

    A secretaria afirma que prioriza os serviços para áreas periféricas, diferentemente do que os jovens avaliam. “Desde 2020, os recursos destinados à rede de proteção social quase triplicaram, passando de R$ 347 milhões para R$ 935 milhões em 2023, e seguem em evolução”, acrescentou o órgão.

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    Luiz Claudio Ferreira - Reporter da Agencia Brasil

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