Safra 24/25
Publicado em
1 de outubro de 2025
Por
Yasmim Di Berti | Assessoria/Sedec
GERAL
Foto: Divulgação
Mato Grosso encerrou a colheita da safra 2024/2025 de algodão e manteve a liderança nacional na produção da fibra. O estado segue como principal produtor no Brasil, com ampla participação no volume total colhido em todo o país.
De acordo com o 12º levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Mato Grosso produziu 6,92 milhões de toneladas de algodão em caroço e pluma, um crescimento de 8,3% em relação ao ciclo anterior, quando foram registradas 6,3 milhões de toneladas. A área plantada também avançou, passando de 1,41 milhão de hectares para 1,46 milhão, aumento de 3,3%.
O desempenho coloca o estado como responsável por 71% de toda a produção nacional de algodão. Apenas em pluma, foram produzidas 2,87 milhões de toneladas, consolidando a posição de Mato Grosso como o maior produtor do país. Os números refletem a força do setor agrícola local e a importância da cultura para a economia estadual e nacional.
Para a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Silva Vogel Lisboa, os resultados da safra 24/25 reforçam a posição de Mato Grosso como protagonista na produção agrícola e evidenciam a força do setor algodoeiro para a economia do estado.
“O crescimento da safra mostra como Mato Grosso vem se destacando cada vez mais. Temos um clima favorável, produtores que investem em tecnologia e práticas de manejo que aumentam a produtividade. Tudo isso faz com que o algodão seja um setor que não só gera muitos empregos, mas também movimenta a economia em várias áreas, do campo ao transporte e às exportações. É um resultado que reforça o papel estratégico do nosso estado na agricultura brasileira.”
GERAL
TJ envia à AL proposta de reajuste de 6,8% para 3.500 servidores
Publicados
39 minutos atrás
em
1 de outubro de 2025
Foto: Divulgação
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso enviou para a Assembleia Legislativa, há duas semanas, a mensagem do projeto que propõe reajuste de 6,8% na tabela de remuneração dos servidores de carreira.
Caso seja aprovada, a estimativa é que a correção, que beneficia cerca de 3.500 servidores concursados, tenha impacto de R$ 42 milhões ainda neste ano. No tribunal, há ainda outros 2.500 servidores comissionados que não serão beneficiados.
A proposta deve ser debatida e aprovada após a votação pelos deputados estaduais dos projetos de vetos do governador Mauro Mendes (União).
Antes de chegar ao Legislativo, o Pleno do TJ-MT teve debates acalorados para decidir sobre o aumento.
O processo envolveu argumentos entre os desembargadores, a ponto de pelo menos 5 deles terem feito pedido de vista para adequar o valor final aprovado. A proposta inicial era que o reajuste da tabela fosse de 1%.
Os servidores beneficiados receberão o reajuste segundo a classificação de progressão por escolaridade, de A a D, e a classificação na carreira, de 1 a 11.
O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat) afirma que o reajuste era para ser pago desde fevereiro. E atrasou devido à demora para a aprovação pelo Pleno do TJMT.
“Se o Poder Judiciário está propondo, é porque ele tem orçamento para conceder o reajuste de 6,8%. Por isso, está concedendo”, pontuou.
Sobre vetos
Os deputados estão na terceira sessão seguida da apreciação de vetos apostos pelo governador em projetos aprovados pelo legislativo. Na sessão desta quarta-feira (1º) são 22 vetos diversos a serem votados. Há duas semanas eram cerca de 90 vetos.
A apreciação e votação de vetos pelos deputados tranca a pauta do Poder Legislativo automaticamente, e, por consequência, nenhum outro projeto pode ser apreciado enquanto não houver a votação de todos os vetos.
A reportagem entrou em contato com a assessoria do TJ-MT para repercutir o assunto, mas não teve resposta até a publicação deste texto.

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